A sessão do tribunal do júri durou cerca de 4 horas e foi presidida pelo juiz Luis de Moura Correia, titular da comarca. O réu aguardava julgamento preso acerca de um ano e nove meses, por homicídio qualificado, na Penitenciaria Regional Luis Gonzaga Rebelo da cidade de Esperantina.
Na época, Antonio Rosa foi assassinado após desentendimento por causa de ciúmes de sua mulher. Conta Antonio Cardoso (réu) que estava defronte a casa do Sr. Gonçalo Quinca, dia 17/10/2009, por volta das 06:00 horas para receber um pagamento quando apareceu a vítima dizendo que ia lhe matar. Antonio Cardoso teria sido agredido com um pedaço de pau (porrete); defendeu-se inicialmente com os braços, chegando a ser cortado e furado; aí perdeu a cabeça e desferiu duas facadas contra Antonio Rosa para se defender, se não iria morrer.
O réu, Antonio Cardoso, foi ainda condenado em perdas e danos no importe de R$ 20.000,00(vinte mil) reais que deverá ser pago aos herdeiros da vítima.
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